Campo de Tupi/Iracema volta a atingir produção de 1 milhão de bpd

Campo de Tupi/Iracema volta a atingir produção de 1 milhão de bpd

Primeira vez que o campo atingiu a produção de 1 milhão de bpd foi em 2019. Petrobras estuda a construção de outros poços, além de avaliar a possibilidade de uma nova plataforma, a partir de 2031, e da extensão da vida útil de algumas das nove existentes

O campo de Tupi/Iracema, localizado no pré-sal da Bacia de Santos, atingiu a produção de 1 milhão de bpd na sexta-feira (9), repetindo a marca histórica alcançada, pela primeira vez, em 2019, informou a Petrobras em comunicado divulgado nesta terça-feira (13).

A estatal afirma que o resultado está alinhado ao seu Plano de Negócios 2026-30, que prevê o aumento da curva de produção de óleo e gás, por meio do gerenciamento e maximização do potencial dos reservatórios, melhoria da eficiência de produção, aumento da eficiência de injeção de água e mapeamento de novas oportunidades.

“Sempre acreditamos que Tupi/Iracema poderia voltar a produzir nos níveis do passado. Esse ativo é o nosso primeiro campo gigante do pré-sal, com jazidas de grande produtividade. Nossas equipes se empenharam fortemente para garantir a retomada da produção para um nível coerente com a magnitude do campo. Estamos muito orgulhosos em agora operar dois gigantes, com potencial acima de 1 milhão de bpd: Tupi/Iracema e Búzios, ambos no pré-sal da Bacia de Santos”, disse Magda Chambriard, presidente da Petrobras, segundo o comunicado.

A Petrobras interligou, ao longo de 2025, 11 poços em Tupi/Iracema, que conta agora com mais de 150 poços perfurados. A companhia estuda a construção de outros poços, além de avaliar a possibilidade de uma nova plataforma, a partir de 2031, e da extensão da vida útil de algumas das nove existentes. A implementação de tais atividades está sujeita às aprovações necessárias pelo consórcio e pela ANP, como a análise do pedido de extensão de licença.

“Esse retorno de Tupi/Iracema à produção de 1 milhão de bpd reforça que o pré-sal, ao longo de 16 anos, se tornou uma das fronteiras petrolíferas mais competitivas da indústria global e um celeiro de inovações. Uma combinação única de reservas gigantes, alta produtividade, petróleo com menor pegada de carbono e eficiência acima da média”, disse a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, segundo o comunicado.

Tupi/Iracema é operado pela Petrobras (65%), com os parceiros Shell (25%) e Galp (10%), e a PPSA, representante da União na Jazida Compartilhada de Tupi.

Fonte: Brasil Energia por https://pcfa.com.br/

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